Anedotas eleitorais: Deu ‘7×1’ contra Renato Silva

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Foto: Sandra Zama

Foto: Sandra Zama

Na noite de ontem (21), quem acompanha os bastidores da política de Cascavel assistiu ao primeiro 7×1 do pleito. Não foi exatamente 7×1 mas é como se fosse.

O prefeito Edgar Bueno (PDT) colocou em votação para quem o PDT daria seu apoio nestas eleições: Marcos Vinicius (PSB) ou Renato Silva (PV).

A votação foi 40 a 15 para Marcos Vinicius. Isso consagrou o que já se imaginava: o PDT vai apoiar Marcos Vinicius. Cenário construído pelo PDT, leia-se Edgar Bueno, como parte de um grande plano para atrapalhar a aliança que Renato já tinha definido com PSC, sendo cotadíssimo para vice do deputado estadual Leonaldo Paranhos mas que, de repente recuou em troca de ser o cabeça de uma chapa. Agora, tudo foi pelos ares.

Voltando ao 7×1, logo depois de terminada a votação do PDT, Marlise e Renato correram para a convenção do PSD, na Associação da Rádio Colmeia.

Eles chegaram no momento em que eu entrevistava Ricardo Mion, presidente do PSD, coincidentemente, quando questionei se eles chamariam Renato Silva para uma conversa.

“Nem precisamos chamar, ele já chegou”, reagiu Ricardo Mion.

Renato, obviamente, não deixou transparecer qualquer sentimento de derrota ou de que foi enganado.

“O Edgar sempre deixou claro para mim a forma que ia conduzir o processo. Eu estava indefinido como candidato a alguns dias e a candidatura do Marcos Vinicius avançou. Isso é natural”.

Sobre o resultado de 40 a 15 e a exposição de seu nome em uma berlinda promovida pelo PDT, Renato ficou em cima do muro.

“Eu nunca fui pedir voto nenhum. Não pedi que meu nome estivesse lá mas também não proibi que estivesse. Não pedi para tirar. O PV está numa posição privilegiada. Todos, com raríssimas exceções, nos querem”, disse Renato.

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